Archive for março, 2007

Voar, voar, subir, subir…

No fim de semana, estive em um município do Interior do Amazonas que prefere ter sua identidade ocultada nesse post. 😀

Voltei de Bandeirante. Bandeirante é uma lata de sardinha  um avião pequeno, com quinze lugares. Achei que a viagem ia ser uma tortura insuportável, eu, mal-acostumada pela Varig e pela TAM a poltronas com encosto de cabeça, banheiro e essas frescurinhas fúteis.

Tive uma surpresa. As janelas são enormes. Você fica o tempo todo consciente de que ESTÁ VOANDO, você ESTÁ  NUMA LATINHA A QUILÔMETROS DO CHÃO, e o chão que está abaixo de você consiste em UM TAPETE DE FLORESTA VIRGEM.

Bati fotos incríveis.  (Fotos clicaumentáveis.)

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Teve chacoalhão quando furamos algumas nuvens de chuva. Meu cérebro virou vitaminada. Curiosamente, descobri que não tenho medo de morrer. Mas fiquei pensando: “qual foi a última coisa que disse pra minha mãe no telefone?” Quando lembrei que disse “tchau, mãe”,sosseguei.

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E, vendo um trecho MÍNIMO da Floresta abaixo de mim, sentindo o avião balançar com a chuva, vendo as nuvens fofas e branquinhas como algodão, as curvas do rio brilhando à luz do sol, me bateu uma coisa meio zen, meio aquilo de “o mundo é grande e nós somos tão pequenos”.

E o mundo é bonito, gente. O ser humano se atormenta muito sem necessidade.

Voltei a Manaus. Ainda dá muita vontade de chorar. Mas eu sei que existe um lugar onde os problemas são pequenos. E, ainda por cima, eu vi uma mão gigante me apontanado o caminho certo, olha só.

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terça-feira, 27 / março / 2007 at 9:29 am 21 comentários

Se você tiver um tempinho, pare e pense em mim

Pense em mim com carinho, quando tivermos de nos despedir. Lembre-se de mim de vez em quando… (Por favor, prometa que vai tentar!) Quando achar aquilo que tanto deseja, venha buscar o seu coração e fique livre.
E se você tiver um momento, reserve um pensamento para mim.

Nunca dissemos que o nosso amor era perfeito ou imutável como o mar, mas se você puder lembrar, pare e pense em mim

Pense em todas as coisas que passamos e vimos; não pense em como as coisas deviam ter sido.

Pense em mim, acordando silenciosa e resignada. Imagine o meu esforço para tirá-lo da minha mente. Lembre daqueles dias, relembre aquela época, pense nas coisas que nunca faremos…

Nunca haverá um dia em que eu não pense em você!

As flores perecem, as frutas perecem. Elas tem as suas estações, tal qual nós.

Mas, por favor, prometa que de vez em quando,você vai pensar em mim!

[Andrew Lloyd Weber – O fantasma da ópera – tradução xexelenta e pontuação abusada, Minha.]

Ah, como essa música é linda. Como “O Fantasma da Ópera” é perfeito. Como eu me identifico com cada verso. Como essa música fica tão mais bonita em inglês mesmo. Como cada palavra poderia ser dita por mim.

Bom final de semana.

sexta-feira, 23 / março / 2007 at 5:54 pm 15 comentários

Até os erros do meu português ruim

Quando chove, eu fico triste porque já me acostumei a estender o braço pra chuva e pensar em você, que adora chuva e já dançou comigo singin’ in the rain.

E quando o ônibus passa ao lado do Teatro Amazonas, eu fico triste pois você apelidou o Teatro de “o Bonito”, e nós já nos deitamos em frente a ele às duas da madrugada, debaixo do olhar complacente do guarda. E porque já te levei na cúpula, o lugar secreto onde ninguém sabe como chegar. E porque já bati fotos suas no palco do teatro, e porque te prometi que um dia me apresentaria naquele palco em sessão fechada só pra você.

E  quando eu mexo no meu computador, vejo a pasta que renomeei como “Nossos Documentos”. E vejo as músicas que você me mandou via e-mail, e vejo as fotos que você bateu de mim, e vejo as fotos em Belém, e vejo os e-mails que baixei sem querer no outlook, e vejo as conversas de mais de um ano de MSN que salvamos.

E eu achei [e já nos falamos] que  quando nosso namoro terminasse, ia ser fácil se acostumar com o fim, pois morando longe um do outro, não sentiríamos falta da convivência.

Achei errado. Mesmo morando a quilômetros de distância, fomos [somos] um casal próximo e cuidadoso um com o outro.

E os ponteiros do relógio têm você, e os copos de água tem você, e o Oscar que recebo em frente ao espelho do banheiro tem você, o tango que aprenderei a dançar um dia tem você, a camisola azul, a cortina rosa, os pés no chão, têm você.

E eu não tento exorcisar. Não preciso tirar você das minhas lembranças, tampouco preciso procurar outro cabeludo na minha rua.

Esse amor é meu. Sempre nos dissemos que nesse relacionamento à distância, cada um só tinha a própria parte. E a minha parte é linda, querido. A minha parte desse amor é grande, é luminosa, é cheia de músicas do Chico Buarque e de livros bons que lemos, eu fazendo a voz da mulher e você, a voz do homem.

Não preciso esquecer você, não preciso varrer os grãos de areia da minha ampulheta estilhaçada. O tempo ganhou andamento diferente agora. E você continua, aqui, dentro de mim, sobre mim, embaixo da pele, espalhado no ar.

A minha parte  nesse amor, eu continuo sentindo intensamente, completa, entregue. A minha parte nesse amor é bela, muito bela, belíssima,fortíssima, sereníssima, dulcíssima. A minha  parte nesse amor eu assumo e desfraldo como um estandarte de coragem e honestidade.

Não preciso fingir que estou anestesiada, ou apressar-me para apagar as lembranças dolorosas, como  fizeram os personagens do filme que adoramos. As lembranças são minhas e eu as amo, como amo a você e amo o somatório você + eu. Este amor, eu não o solaparei para escapar das lágrimas.

Roberto Carlos poderia dizer que não adianta nem tentar te esquecer, e eu responderia pra ele que eu não faço questão de te esquecer. Durante todo o tempo da minha vida você vai viver.

quinta-feira, 22 / março / 2007 at 12:57 am 24 comentários

Devastação.

E aí, acontecem todos os clichês da literatura ruim. O chão foge sob seus pés, o mundo gira como carrossel, o céu desaba spbre sua cabeça. Pra completar o chavão, a única vontade que você tem é de chorar até derreter.

A dor é imensa, imensa. E eu sei que vocês são pessoas legais, e se preocupam comigo, então eu já adianto: eu sei que vai passar, eu sei que vai melhorar, eu sei que eu vou amar novamente. Não digam pra eu ficar bem, tá? Eu vou ficar. Talvez daqui a uns dias eu fique bem.

Sei lá. Quem quiser comentar alguma coisa de conforto, pode dar umas dicas de filmes com final feliz e meio bem triste, pra eu chorar muito e rir no final. Ou então rezar. Ou então torcer pra que as pessoas que se amam sempre encontrem solução pra problemas difíceis de resolver. Ou sei lá, desenhar um coração na areia. Eu ando precisando de um pouco de fé e muito cafuné.

Não vou abandonar o blog, apesar de 65% do que escrevi aqui ser sobre ele. Acho que eu ainda sei escrever sobre outras coisas. Ou talvez eu possa continuar escrevendo sobre ele, afinal, não estamos brigados, em pacto de silêncio ou rompidos. Quer dizer, um namoro é apenas um aspecto do nosso relacionamento, que sempre foi imenso, bonito, corajoso e suave.

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Talvez eu é que não seja tão corajosa, e fiquei esperando ele vir me dizer o inevitável. E também é horrível que o fim tenha sido pelo MSN, mas o DDD anda tão caro. E chorar na frente do monitor é muito solitário.

E eu chorei tanto, que deu vontade até de morrer. Mas vontade besta passa logo. Talvez eu devesse tomar um sorvete ou… ou esperar os dias passarem e levarem essa dor junto.

No mais, I will survive. Tem um coração despedaçado e se sentindo culpado aqui por trás do monitor, mas a dor é curta, e a vida é eterna, infinita, e muito, muito boa de se viver.

Eu volto, quando a vontade de escrever vier. E se tem algo que eu conheço sobre mim mesma, é que eu escrevo muito melhor quando estou triste.

P.S.: Menino, as pessoas são legais e dignas de confiança. E você é um cavaleiro andante, cheio de honra.

terça-feira, 20 / março / 2007 at 3:45 pm 21 comentários

Rita Apoena, a melhor escritora Brasileira

Gente. Alguém me explica essa moça?

Eu abro a janela e mal consigo acreditar! Inspiro um milhão de cores e expiro uma explosão de flores, escapando afoitas do meu peito. Eu abro a janela e mal consigo acreditar: estou viva! O Universo, com os seus treze bilhões de anos, concedeu-me um intervalinho no tempo, que eu chamo dia, e o começa assim, com uma manhã cheia de flores! Ah, é demais para mim! Todos os dias, eu abro a janela e me dá vontade de chorar.  É tudo tão bonito, tudo tão… inacreditavelmente perfeito e encaixado que nem a maldade dos homens, de seis bilhões de homenzinhos pequeninhos, pode ser maior do que o conjunto das estrelas erradias, ainda mais quando metade de cada homem também é amor… Então, o que importa se eu perdi o ônibus, se a chuva despencou na minha cabeça, se ela me disse um desaforo, se nem meu amigo ele quer ser… o que importa? Há uma pequena chance na minha janela, que eu chamo dia, para extravasar o meu amor, cultivar um amigo, conhecer a história de uma senhora ou me aproximar de um vizinho, abraçar alguém que eu gosto muito, ligar para um velho amigo, viver, viver e viver? Ah… como eu posso reclamar da vida? Eu estou viva! E foi por um triz.

Quando alguém olha para você e estende aquele dedo do meio, ele está querendo dizer: “Escuta aqui, você não é mindinho, não é o fura-bolo e, muito menos, o cata-piolho! Você é o maior de todos, amigão!!! Você é o maior de todos!!!” 

Pode até parecer que sim, mas o meu mundo não é cor-de-rosa. A minha alegria brota das coisas tristes que eu vejo ao redor. Quando Mãinha não tem o que dar de comer aos filhos, mas divide um grão de arroz, com bom coração. Quando o ladrão me assalta, mas divide o meu dinheiro comigo. Quando o moço me estende o dedo do meio e me faz recordar brincadeiras de criança. Assim é a minha alegria! É quando o feio do mundo tenta, mais que tudo! apesar de tudo! parir um instante de beleza e é esse instante, que na próxima fração de segundo escapará da minha câmera, que me comove e me arrebata, como se eu abrisse os braços e acolhesse o mundo: um bichinho ferido, carente de amor. E isso é maior que tudo, mais lindo que tudo, muito mais lindo do que se o mundo fosse perfeito.

É tanta beleza, tanta fé, tanta pureza num blog só, que eu leio e releio e leio e releio e sempre me comovo.

Eu também acredito, Rita. Em você!

quarta-feira, 7 / março / 2007 at 9:04 pm 22 comentários

Mais leituras novas – Quando Nietzsche chorou

Lista atualizada, viva!
Li “Quando Nietzsche chorou”, de Irvin D. Yalom.  No começo, achei que ia ser mais um “livro que dá dor de cabeça, e portanto, não merece perdão”. Começa empolgante: de férias em Veneza, DR Breuer, marca um encontro misterioso com uma mulher enfeitiçadora, Lou Salomé. Ela faz um pedido estranho: pede que o Dr Breuer cure o desespero de seu amigo MUUUUUITO íntimo [na verdade, um ex-romance], que tem um nome difícil de escrever: Friedrich Nietzsche (lê-se Fridríche Níti). Só que Nietzsche não pode saber que está sofrendo tratamento, nem que Lou Salomé se meteu no caso, nem que o Dr Breuer sabe de suas tendências suicidas.

Depois,  o Dr Breuer volta pra Viena, onde em cerca de trinta longas e chatas páginas, o autor descreve como é a vida do médico. Ele não vê mais graça no casamento, está sexualmente obcecado por uma ex-paciente, Anna O., e pra piorar, o Freud vive filando bóia na casa dele. Sim, é exatamente isso que vocês ouviram, o cara é amigo do Freud (lê-se Fróid). O Freud ainda na época que era aluno de Medicina. Céus. A tentativa do autor do livro de tornar o Freud um rapaz cordato, amoroso, gentil, sensível, brilhante e PURITANO me arrancou gargalhadas. Não adianta: o Freud, pra mim, é um velho tarado e falastrão, de charuto. Sim, é preconceito puro e simples. 😀

Depois que nos familiarizamos com a rotina do Dr Breuer [uma das partes que eu mais gostei é a descrição do método dele de atender aos pacientes, a rotina no consultório], surge o Tal Paciente Problemático. Nietzsche e seu nome difícil de escrever. O Nietzsche já chega arrasando, dizendo que sofre com enxaquecas, convulsões, não enxerga direito,  mal come, fica dias e dias na água quente, já visitou todos os médicos e não gosta muito de fazer amigos. O desafio do Dr Breuer é tentar convencer o cara que a) Ele precisa se tratar não só do corpo, mas da mente também e b) ele deve compartilhar seus problemas.

Mas isso, SEM FALAR EXPLICITAMENTE PRO NIETZSCHE. [Gente, que nome HORRÍVEL. ]  Então, o Dr Breuer arma uma estratégia pra enganar o Nietzsche, e fazer tratamento nele sem que ele perceba. “Tratamento através da conversa”.

Aí o livro começa a ficar muito legal. Porque, ao mesmo tempo que você fica sabendo tuuuuuuuudo sobre o pensamento do Filósofo de Nome Podre, você vê o Dr Breuer e o Freud discutindo sobre como seria possível  “curar o desespero”; acompanha-se no livro o nascimento de uma espécie de psicoterapia, e isso é MUITO divertido pra nós, Homens Modernos. Porque, graças ao Freud, a gente tá careca de saber sobre os traumas da infância, subconsciente, inconsciente, significado oculto dos sonhos e pulsão sexual, mas a comunidade científica da época duvidava seriamente desse lance de “doença mental”.

Ou seja: é um livro legal pra entender o pensamento do NIetszchssschechecshe; é um livro legal pra entender alguns dos conceitos da psicanálise; e é um livro legal, porque você fica DOIDO pra saber se o Nietzssecheheche vai descobrir a armação toda, se o Dr Breuer vai se separar da esposa, se o Freud vai parar de filar bóia na casa alheia…

O livro é muito bom, e me fez companhia enquanto o meu lindo discador de internet recusava-se a conectar.

Vale a leitura. Apenas prepare-se pra longas cenas de diálogos abstratos sobre a filosofia do Bigodudo do Nome Escroto.  E prepare-se pro abalo sísmico quando é explicada a “teoria do eterno retorno”.

Resenha melhorzinha e mais séria aqui.

Em seguidinha ao Níti (escreve-se Nietzsche :D), li “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter. Partindo de  um princípio semelhante ao livro anterior (narrativa ficcional + repassar conceitos), o “Monge” é bem sucedido no que se propôe.

Pano de fundo: John Daily, empresário americano cujo nome é um trocadilho, enfrenta mini-caos generalizado. A empresa tá brigando com o sindicato, o filho adolescente ficou rebelde, o casamento esfriou e o time de beisebol do qual ele é treinador tá perdendo o campeonato. Desde pequeno, ele tem um sonho recorrente que diz pra ele procurar Simeão e ouvir tudo o que ele disser.

No meio dessa barafunda (usei a palavra barafunda?), a empresa o envia para um seminário sobre liderança para executivos, ministrado por Leonard Hoffman, um ex-executivo de mega-super sucesso, que virou adivinhem o quê?

Monge, claro. Um monge chamado Simeão, CLARO.  O seminário pra executivos é ministrado no mosteiro, e o John Daily vai pra lá.

A partir daí, o livro torna-se transcrição do seminário. Pra quem cursa Administração, nenhum dos conceitos do livro é novidade. Pra ser líder é necessário ter empatia; pra ser líder é necessário ser humilde; pra ser líder é necessário escutar o que os outros estão dizendo; pra ser líder é necessário ser inovador.
Tudo isso é mesmo verdade, mas pra mim pode ser resumido com um “pra ser líder é necessário respeitar os outros”. Se eu fizer isso, o que os graduandos em Administração vão estudar no terceiro período? 😀

Uma coisa que eu queria entender é: porque livros de ficção [cof, cof, cof, cooooof] com conceitos da área de Administração vendem tanto e viram modinha?  Será que os executivos e administradores têm preguiça de ler o livro técnico do Professor Amaru e preferem ler um “romance administrativo”? BINGO!

Céus, eu vou ficar rica. Vou escrever um livro erótico administrativo. “Oh, James Early, esfregue suas projeções de lucros em mim, oh, yes!” “Sim, Magdalena Oliver, vou lhe mostrar o tamanho do meu empreendedorismo”!

HAHAHAHAHAHA! Piada profissional não tem graça nenhuma pra quem não é da área, mas eu estou me divertindo horrores!

Mas sim, eu falava do Monge e o Executivo. O John Daily, TODO DIA (reparem na insinuação sutilíssima ao sobrenome do protagonista), no início do capítulo, ops, no raiar da madrugada, encontra-se com o Monge Simeão  este lhe pergunta: “O que você aprendeu hoje, John?” e eles resumem o capítulo anterior, ops, a aula da véspera.

E o livro é isso. Eles têm uma semana de aulas com o Monge Simeão, que lhes ensina que o líder é o cara que desperta devoção nas pessoas sem gritar com elas [um conceito completamente verdadeiro, mas que pouquíssimos patrões/gerentes/executivos/administradores conseguem por em prática] . Há outros participantes do seminário para executivos, que realmente só fazem figuração durante as aulas, ajudando o autor, ops, o monge Simeão a explicar a parte didática do livro.

Os conceitos passados no livro são super válidos, não só pra quem é/pretende ser chefe nessa vida, mas pra qualquer um que lide com aquela coisa que chamamos de “gente”. Como ficção, não vale nada – e vai me dizer que você esperava por algo mais que isso? 😀

terça-feira, 6 / março / 2007 at 6:24 pm 11 comentários

Tudo o que começa, tem que terminar

Acabou a novela Páginas da Vida. E, se você estava na faculdade e perdeu, se estava no msn e não viu, se estava fazendo algo útil e não deu a mínima, eu recomendo as melhores análises da novela:

  •  A análise da Fal – porque a Fal é ídala. E a Fal bateu fotos da própria TV durante o último capítulo. Im-per-dí-vel.
  • E a análise da Suzana Descontrol.  Por causa dessa frase: “Você tem um marido vagabundo que jamais botou dinheiro em casa, uma filha que embuchou e voltou do estrangeiro para viver às suas custas e ainda se sente do direito de achar ruim? Pois você é uma psicopata.” Cá entre nós, eu sempre me senti meio doente mental, porque eu era a única que dizia que a Marta tinha algum direito de reclamar…

E eu via a novela sim, viu? 😀 Pra me redimir, vou atualizar a lista de leituras – já tem dois atrasados!

terça-feira, 6 / março / 2007 at 5:13 pm 4 comentários

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Aspas da Semana

Quando o amor vos fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir. Gibran Khalil Gibran