Brasília: as dores musculares, a coca de três litros e a câmera de segurança

segunda-feira, 3 / abril / 2006 at 11:56 pm Deixe um comentário

Pagamos o hotel, compramos mais uma fatia de bolo na padaria, rimos muito da cara do dono se perguntando de onde nos conhecia.

Começamos a refazer o caminho para pegar o ônibus, e uma senhora veio na nossa direção. Pensei: “pronto, Brasília tem velhinhas jiu-jiteiras ladras de casais…”

Velhinha – Onde fica Snevels Snevelóide?
Artista – eu não sei, eu sou de Belém!
Menin@ – e eu sou de Manaus!
Velhinha (sem entender) – Mas onde fica?
Artista – não sei, nem ela!
Menin@ – A GENTE NÃO SABE! AEWWWWWWWWW!

(Casal se abraçando e rodando no meio da rua. )

Longa caminhada até a parada de ônibus.

Menin@ – Ai.
Artista – Ai.
Menin@ – Minha coxaaaaaaaaa….meu joelhoooooo….
Artista – meu braço….
Menin@ – ai…
Artista – Ai…

Nuvenzinha cinza no céu.

Artista – Tomara que chova…
Menin@ – Por quê??
Artista – eu tenho uma superstição, já te contei em Belém. Quando eu tomo chuva com alguém, é sinal de que eu ou ser amigo dessa pessoa durante muito tempo…
Menin@ – Em Belém não pegamos chuva…
Artista – E Belém é a terra da chuva.
Menin@ – Em Brasília não chove nunca…
Artista – E o que é isso caindo do céu?

(…)

Menin@ – É água…

Ele sorriu, ai ai ai, e o meu medo de ficar gripada se rendeu.

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Brasília – o avião, a padaria e a banheira – Parte última Tic-tac

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