Archive for novembro, 2004

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Tempo, tempo, mano velho…Falta um tempo ainda, eu sei, pra você correr facinho…

Advertência: esse post dá voltas no passado e no futuro; não diga que eu não avisei.

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Eu sentada, ele sentado na minha frente.

Eu – Acabou então?
Ele – Acabou há muito tempo.
Eu (chorando) – Só me diz uma coisa: em algum momento tu sentiste entusiasmo nessa relação? Aposto que tu nunca se esforçou pra acender essa fogueira.
Ele – É verdade. – e foi embora.

Eu fiquei sozinha, chorando na pracinha da Faculdade.
No outro dia eu chorei. Mais outro dia, eu estava rindo – e vi que ele tinha mesmo razão, nunca existiu nada naquela relação.

Eu e ele somos grandes amigos.

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Ele me respeitando.
Eu torcendo pra que ele desrespeitasse.

Eu – Olha, eu preciso te falar uma coisa.
Ele – ?
Eu – EU tô com vontade. E…
Ele – (pausa) Eu também.
Eu – …e eu acho que você também.Mas se eu voltar atrás, você fica chateado?
Ele – Não. Sempre são as mulheres que decidem mesmo!

Acabou não acontecendo.

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Ele – Esse é que é o meu castelo…
Eu – Bonitinha sua casa. Obrigada por me trazer aqui.

Ele me abraçou. Solidão a dois.

Ele – Meu amor (como foi doce…), meu amor…você tá tremendo…Por quê?
Eu – É frio…são duas da manhã, tá serenando.

Na verdade era medo. Se bem que estava mesmo serenando.

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Duas pessoas recuperando o fôlego.

Ele – Pode ser aqui mesmo?
Eu – Que tal a gente ir pra…outro lugar?
Ele – Era o que eu tava esperando ouvir.

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Ele – Por favor, a gente termina rapidinho…
Eu – (ofendida) Mas eu não quero que seja rapidinho.
Ele – (irritado) Então goza sozinha, meu amor. (Como foi rude!)
Eu – Vou mesmo! E faço melhor que você. (indo embora)

Oh, sim, eu sei que fui cruel. Mas eu era mesmo muito melhor que ele… ele fedia.

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Ele – Que tal a gente ir pra…outro lugar?
Eu – (medo) Não, não precisa. Quer dizer, eu acho melhor não. E tira essa mão daí!
Ele – (rindo) Ah, meu Deus…
Eu – E tu ainda ri, cachorro… Daqui a pouco você volta pro seu lugar e eu pro meu.
Ele – Não é muito longe.
Eu – Quatro dias de viagem de barco… (Pausa) Eu já sei no que isso vai dar.
Ele – O quê?
Eu – Nós dois. Você volta pra sua cidade, volta pra ela, e eu vou ser só uma menina engraçada que ficou pra trás. (Pensamento : E nunca mais você fala comigo de novo.)

Ele – (Apertando o meu braço com força) Talvez volte pra ela, mas acho meio difícil. Talvez você fique pra trás, como talvez eu fique pra trás também na sua vida. Mas você não é só uma menina engraçada. Você me marcou fundo.

Ele me beijou devagar.

Ele – E eu poderia conversar contigo pra sempre.

O meu coração tropeçou e caiu de joelhos na frente dele.

(Ah, e depois eu vi que estava errada. Ele não voltou pra ela, eu não fiquei pra trás, e a gente se fala sempre. Estamos até planejando encarar quatro dias de barco.)

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Ele – Sabia que eu não sabia que tu tinha joelho?
Eu – Como?
Ele – É a primeira vez que eu te vejo usando saia curta. (sorriso canalha) Tá linda…parece que tu só usa calça comprida.
Eu – Filho da mãe. (Pausa) Eu gosto de usar saia, acho bonito. O grande problema é que pra usar saia tem que depilar, e eu sou alérgica…Só eu sei o que eu vou sentir amanhã.
Ele – Tadinha…Mas ficou muito bom, devia fazer mais vezes.
Eu – Tu ESCUTOU a parte em que eu falei da alergia?
Ele – (Sorriso canalha)
Eu – A vantagem da gente ser amigo é que dá pra contar essas coisas. Nunca eu falaria isso pra um namorado. A outra vantagem da gente sair junto é que todo mundo pensa que a gente é um casal.
Ele – Mas a gente é um casal.
Eu – Tu entendeu, não entendeu? Ninguém vai ficar dando em cima de mim, tô acompanhada. Ele – Nem te conto que tem um cara ali na outra mesa que tá te encarando.
Eu – Vai lá e bate nele. A gente não é um casal?

Adoro amigos homens, adoro.

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Eu sozinha, de madrugada. Rolando na cama, sem achar sono. Me concentrei na saudade de quem tá longe, depois nos trabalhos da faculdade, depois no último livro que eu li. Não sei ao certo como, começou a passar na mente uma série de flash-backs de momentos meus ligados ao desejo. Várias coisas, vários chãos em que eu rolei, várias vezes em que eu disse não, poucas vezes em que eu disse sim. Vezes em que eu disse sim querendo dizer não. Medo do novo, medo da rotina. Prazer e carinho, dor e indiferença.

Não entendi o que tava acontecendo. Cenas minhas – que foram minhas e deles, mas das quais só tenho a minha versão – rolavam na minha cabeça. Dias (noites) que eu achava ter esquecido, voltavam com detalhes.

Eu sentia o tempo passando, sabia que tinha de acordar cedo no outro dia, mas a fúria dos pensamentos – e a intensidade dos sentimentos a eles vinculados – me deixavam acordada; até fechar os olhos era penoso.

Várias vezes tentei rezar, mas o pensamento voltava a se fixar em cenas, hum, impróprias. Algumas reais, acontecidas no passado; outras possíveis, planejadas para o futuro.

Fui cair no sono mais ou menos às três e quarenta da manhã. E quando eu estava quase adormecendo, notei qual o motivo da insônia. Tesão. Pra mim, que achava já ter virado essa página, constatar isso foi, no mínimo, reanimador.

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Eu – …e eu quero muito que seja contigo.
Ele – Como surgiu essa certeza?
Eu – Eu sinto. Eu já tô esperando faz um tempo, já bateu a certeza faz uns dias. Acho que aqueles receios todos acabaram.
Ele – Então vambora.
Eu – COMO?
Ele – Vambora. Não é pra ser comigo? Eu tenho cinco horas antes do curso. É melhor a gente sair logo pra aproveitar mais.
Eu – …agora?
Ele – Você acabou de me dizer que tem certeza que já tá na hora. Vamo agora então, pô.
Eu – (chocada) … não, a gente não vai. (nó na garganta)
Ele – E porque não?
Eu – …por que eu tô cheia de dúvidas e morrendo de medo.
Ele – Meu beija-flor… Eu tava testando até onde ia essa certeza. Viu como ainda não tá na hora? Que espécie de cafajeste eu ia ser se te levasse a fazer algo tão importante sentindo tanto medo? Já notou que você tá trêmula de pavor?
Eu – Obrigada, mas por favor, não fala mais comigo desse jeito.

Ainda bem que foi com ele. SETE MESES DEPOIS DESSE PAPO. Eu tinha 18 anos.

E eu ainda tinha medo e dúvida.

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Foram duas horas maravilhosas no quarto dele. Eu tinha quatorze anos, e tudo era muito novo.

A gente se abraçou, eram seis da tarde, a luz do sol diminuindo.

Ele (exausto)- Menina-Prodígio?
Eu (exausta)- Hum?
Ele – Eu te amo.
Eu – !

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Meninas conversando no tempo entre uma aula e outra.

-Sabe aquele bonitinho que eu contei pra vocês? A gente ficou na sexta. No sábado ele me telefonou, a gente conversou um tempão.
-Poxa, faz tanto tempo que eu não beijo na boca…Você bem que podiam providenciar alguém pra me apresentar, né?
-E tu, Menina-Prodígio, não parou de rir desde que chegou. Beijou muito no fim de semana?
Eu – Recebi carta de Belém…Hoje nada de mal me atinge… (Abraçando o envelope)

E saí deslizando pelo Campus.

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Ele – Gata, você está deixando César (1) louco!
Eu – ….AHAHAUHAUHAUAHUAHAUHAUHAUHAUHA UHAUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUH…Arf, arf, hauhauahauhauhauhauhauh auauahuahauhauhauhuah..

Passei dez minutos rindo. Depois dessa, não dava pra rolar mais NADA!

(1) César é um nome fictício, que eu tirei de uma história similar que li por aí. Mas ele realmente falava de si na terceira pessoa… Esquizofrenia pouca é bobagem…

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Eu – Foi muito bom…
Ele – Foi.
Eu – Ficou chateado por não ter rolado?
Ele – Não…Eu sabia que tava ficando tarde.
Eu – Quem sabe outro dia?
Ele – Como?
Eu – É uma promessa.
Ele – Estamos aí…

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Eu sou equivalente aos patins de uma cobra quando o assunto é quilometragem. A experiência não é muita.

Mas papai do Céu sempre me ajudou, e os eles que passaram (e passam ainda – quem sabe um dia aparece um ele que fique?) eram todos gente finíssima. Nenhum brutamontes, nenhum tapado, alguns apressadinhos.

A minha situação nesse aspecto da vida é paradoxal. Ao mesmo tempo que tenho idéias sobre liberdade individual e uma visão meio bicho-grilo do “cada um na sua”, sou cerceada por séculos de tabus e medos (não sei se deu pra notar a quantidade de vezes que a palavra medo apareceu lá em cima. )

Mas tudo bem, eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. E eu perdi o meu medo da chuva, pois a chuva ao cair sobre a terra traz coisas do ar.

E, não resistindo ao trocadilho óbvio, dica para os meninos: Se o lance estiver complicado, tente outra vez

segunda-feira, 29 / novembro / 2004 at 10:56 am Deixe um comentário

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Após uma longa ausência…*

Ah, eu estive ausente por vários motivos. Primeiro, falta de internet em casa e na facool. Segundo, depois que a internet voltou, eu andava meio sem inspiração pra isso aqui, viu?

Mas eu voltei, voltei para ficar, porque aqui, ninguém vem pentelhar. A propósito, o Selph fez um bom trabalho postando aqui na minha ausência. Quando eu quiser ficar mais dois meses sem aparecer, contrato ele pra ser meu mucamo.
(e para as leitoras deste espaço, o rapaz está solteiro e é bem alto. Sei lá, eu gosto de cabeludos, pode ser que alguém tenha preferência por menino alto, e aí…Ai, o Selph vai me matar.)

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Assuntos que você não vai encontrar neste post:

*Eleição
*Eleição
*Quem foi eleito
*O que eu acho dessa merda de política

Porque a minha opinião sobre eleição é : blé. Pra quem morreu nos porões da ditadura defendendo o direito de votar: meus pêsames. Mas blé.
Blé, porque tanto faz quem estiver lá na frente, o salário de um vereador é sete mil. Eu, enquanto era bolsista da Universidade (produzindo saber científico, aprendendo a ser uma profissional ética, dando aula sobre relações interpessoais numa comunidade carente, pra fazer os caras terem mais consciência do que está ao redor deles, lendo livros de filosofia que ensinam uma forma de pensar revolucionária e contribuindo pro Brasil ficar um pouco menos burro e mil outras coisas) ganhava DUZENTOS E QUARENTA E UM REAIS – E CINQUENTA CENTAVOS.

Blé, gente,blé. Eu já estive no lugar onde os vereadores (cof,cof) trabalham. Vão lá em dia de plenária. Quando vocês tiverem o desprazer de ver o cara mais tosco de terno, VIRADO DE COSTAS pro presidente da plenária, e você souber que ele ganha sete mil, vocês vão me entender.

Blé, pra todos esses caras que votam o aumento do próprio salário. Por isso que eu simpatizo com a atitude da Heloísa Helena, que usava calça jeans e prendia o cabelo num rabo-de-cavalo.

Na minha opinião, política não dá certo, eleição também não, quem se ferra é sempre o povo. Anulei meu voto sim, não fazia a menor questão de escolher quem ia ser o próximo engravatado. Vamos comer farinha de macaxeira, eu estar feliz, vocês estar feliz?

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Eu nunca tinha lido o ser humano tão frágil e humano como neste texto. Se não tivesse tanta foto de mulher de calcinha, eu assinava a revista Vip, viu?

Aliás, quando tiver de novo um homem próximo da minha rotina (meu pai já é falecido e meus irmãos são de outras cidades) eu vou pedir pra ele assinar a vip e me deixar ler todo mês. Cada texto bom, viu!

Você é apenas um menino
Será que algum dia os homens realmente crescem?
por Fabio Hernandez

Você é um menino. Treze, catorze anos. Inseguro, tímido. Começa a se interessar pelas mulheres. E não vai demorar para perceber que mulheres e problemas aparecem juntos em sua vida. Você não sabe lidar com o mundo novo no qual está entrando. Sua voz está mudando. Os pêlos estão aparecendo. O futebol já não é seu único interesse. Aparecem os primeiros bailes. Você não sabe direito que roupas escolher. As sugestões de sua mãe lhe parecem horríveis. Mãe nunca acerta na roupa do filho, uma lei tão velha e tão eterna quanto as estrelas no céu e as ondas no mar. Ser criança era muito mais fácil.
E então você olha para os garotos um pouco mais velhos. Eles estão nas classes um ou dois ou três anos mais adiantadas que a sua. Seu olhar mistura admiração e inveja. Eles parecem tão seguros. Tão confiantes. Alguns ameaçam um bigode, uma barba. A voz já está definida. E as meninas da sua classe estão apaixonadas por eles, não por você. Eles são mais altos que você. Eles são melhores que você. Já devem até ter dormido com alguma menina. E você jamais viu uma mulher nua que não fosse sua mãe ou não estivesse numa revista. Eles se libertaram daqueles programas sem graça com a família. Mas seu dia chegará. Os dias hão de passar. Você vai crescer e seus problemas desaparecerão. Você será um homem firme, forte, como os caras mais velhos. E eis que você é como eles. Os caras maiores que você via de longe. Você imaginava que sua vida seria outra. Mas não foi bem assim. Você cresceu, sua voz engrossou. Você até viaja sozinho, sem os pais, com os amigos. A virgindade ficou para trás, mas você já percebeu que o sexo não é o fenômeno extraterrestre que você pensava ser antes de experimentá-lo. É bom, às vezes muito bom, algumas vezes ótimo. Mas não é coisa do outro mundo. A terra não treme sempre ao fazer sexo, ao contrário do que você sonhava. Você já é um homem. Ou quase um homem. E pensava que a segurança máscula viesse com o tempo, com a mesma naturalidade com que a terra se molha quando vem a chuva. Mas não.
Seu dia chegará.
E então você olha para os homens feitos. Formados, empregados. Alguns casados. Eles, sim, são os típicos homens. Basta olhar para o andar seguro, o olhar firme. Eles não têm dúvidas, não têm medos como você. Os mais ricos têm carros chiques. Pagam com cartão de crédito, e não com o dinheiro pedido a seu pai, como você. Uns vestem gravatas que devem valer duas mesadas suas. Alguns têm um cartão em que estão escritos o nome e o cargo. Nada parece ser capaz de abalá-los. Eles não sentem vontade, nas noites mais escuras, de pedir um refúgio na cama dos pais. Você sente, às vezes. Seja honesto: você fez isso outro dia. Seu dia chegará. E chegou. Você se formou. Arrumou um emprego promissor. Tem um cartão profissional. O carro podia ser melhor, mas é bom. Tem ar-condicionado e som. O namoro é firme. Deve terminar em casamento. Seu armário tem até um blazer Armani que você comprou num momento de entusiasmo e desvario. Mil reais. Você parece o cara mais seguro do mundo, como todos os seus colegas e amigos. Mas só parece. Lá dentro continua uma criança, como todos os seus colegas e amigos. Todos disfarçam bem. Todos aprenderam que ser homem é ser forte. Você queria gritar socorro, mas não convém demonstrar fraqueza. Você queria se abrigar no colo de seu pai, mas ele já não está lá. E então você ri, porque a vida é mesmo engraçada, repleta de crianças fingindo-se de homens até o último dos dias.

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Faculdade?
Nunca gostei tanto das disciplinas…e nunca estudei tão pouco.

Teatro?
Duas peças para novembro, uma ENORME no Teatro Amazonas (que te quiero hasta siempre) e outra menor em um auditório de uma universidade particular. Adoro as duas – e adoro ensaiar no sábado até dez da noite, no domingo de nove às nove… Eu sou muito esquisita.

Trabalho?
O programa que paga minha bolsa-menor-que-o-salário-mínimo me traz alegrias e dores de cabeça..E a Repartição Pública publicou meu nome do Diário Oficial (concurso público, parece que todo mundo faz!) e agora eu tenho de fazer VINTE E TRÊS EXAMES DIFERENTES (se eu tivesse mais de 40, iam ser vinte e quatro – ia ter também Eletrocardiograma).

Se eu estou feliz por ir trabalhar como funcionária pública concursada? É, né…Tipo assim, tô… Mais ou menos. Mexeram no meu queijo, e isso não era bem o que eu tinha sonhado pra mim. Mas mamãe e eu cansamos de vender o almoço pra comprar o jantar. Afinal, o dinheiro pode até ser uma coisa boa.

Coração?

Hum…se eu disser pra vocês que na minha conta de interurbano apareceu uma ligação de três horas de duração eu respondo?

Nota Mental – Só telefonar pra Belém se estiver ajoelhada no milho.

Internet?

A Menina-Prodígio está de volta!

quarta-feira, 10 / novembro / 2004 at 7:59 pm Deixe um comentário

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AVISO

Venho por meio desta, informar aos leitores que a dona deste blog que atende pela alcunha de Menin@ Prodígio, se encontra atualmente impossibilitada de acessar a grande rede e consequentemente postar em seu espaço.

Outrossim informo: assim que a situação se normalizar (entenda: consertarem a respectiva fonte do respectivo PC da respectiva dona deste respectivo blog, respectivamente) a Menin@ Prodígio voltará a fazer os seus maravilhosos posts e trazer alegria aos nossos corações.

Finalizando: Como vcs já devem ter percebido, quem vós fala não é a dona deste espaço, é apenas um amigo intrometido. A principio o pedido da Menin@ tinha sido postar esta msg nos comentários, como eu sei que pouca gente se dispõe a ler resolvi postar por aki msm.

Isto não tem pretensão de se tornar um post (mesmo pq de prodígio eu não tenho nada), mas sim de servir apenas como aviso (desculpem a minha fútil redundância).

Então considerem-se avisados.

Ah sim! Qualquer teoria que diga que a Menin@ viajou pra outro Estado, desistiu do blog, foi presa, abduzida, espancada até a inconciência (e ficado com sequelas), sequestrada, congelada ou morta, não condiz de maneira alguma com a realidade. Só pra constar…

Atenciosamente,

P.S – Minha querida amiga qualquer desconforto por causa das minhas palavras: Delete this post!

Hasta…

quarta-feira, 3 / novembro / 2004 at 8:30 am Deixe um comentário


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Aspas da Semana

Quando o amor vos fizer sinal, segui-o; ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos; ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir. Gibran Khalil Gibran