Archive for Maio, 2006
Brasília, eu vi
Cheguei em Brasília.
No aeroporto, consegui pegar um carrinho com o pneu furado.
Tenho provas fotográficas.
Meu quarto de hotel é fofinho, amarelinho.
Tenho fotos pra mostrar.
O frio é de quinze graus, mas o dia é azul e ensolarado.
Não tenho tempo para descarregar as fotos.AINDA.
Estou indo encontrá-lO agora.
Mais notícias a qualquer momento.
Add comment Segunda-feira, 22 / Maio / 2006
Ansiosa, eu?
Daqui a algumas horas, estarei voando para Brasília.
No processo de arrumar as malas, tive uma iluminação.
Eu nao tenho roupas.
Eu não tenho sapatos.
Eu não tenho comida suficiente pra viagem.
EU SOU UMA BAGUNCEIRA!
Add comment Domingo, 21 / Maio / 2006
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Descascando tucumã no Morango com gengibre.
[esse ficou confuso]
Add comment Sexta-Feira, 19 / Maio / 2006
Lembranças concretas.
Poesia,
Prazer
e
Paz.
Macio.
Morno.
Meu.
Voz.
Violão.
Você.
Saudade.
Silêncio.
Sorriso.
Momentos
de um amor
bonito.
Add comment Sexta-Feira, 19 / Maio / 2006
Uééééén
O dia foi das mães.
E quem ganhou neném fui eu.
Minha filha é LINDA e MUITO, MUITO INTELIGENTE.
Fotografa, faz vídeos, faz fotos com áudio, tem resolução de 6.0 mega-pixels, sensor para redução de tremor nas mãos e (não babem no teclado) zoom ótico de 6X.
ZOOM ÓTICO DE 6X! IIIIIIIIIRRÚÚÚÚÚÚÚÚ!

Add comment Quinta-feira, 18 / Maio / 2006
Manaus são muitas
Manaus é a ópera Gianni Schichi, montada na praça, ao ar livre. Todos os cantores, técnicos e pessoas de bastidores, amazonenses.
Manaus é a população rindo das piadas e das músicas, aplaudindo a moça que cantou uma das árias mais famosas do mundo (O mio babbino caro). Ela é amazonense como eu, e o seu nome é Kátia Freitas, e tem uma voz inacreditável.
Manaus é o forró perto da minha casa, sem a menor noção de respeito aos vizinhos, causando engarrafamento toda quinta-feira, lotado de pessoas simples que pagam cinco reais para dançarem e suarem, na tentativa de serem felizes. [E mesmo com o barulho eu torço, eu torço para que sejam completamente felizes.]
Manaus é a chuva estrondosa que começa as quatro da manhã e não para até as sete e meia.
Manaus é o vapor subindo com o sol escaldante das oito horas [do mesmo dia].
Manaus é o maior festival de ópera da América Latina.
Manaus é aniversário de criança com cachorro quente, brigadeiro…e vatapá!
Manaus sou eu assobiando uma música desconhecida…e depois lembrando que era uma toada de boi.
Manaus sou eu feliz, almoçando x-caboquinho e tomando creme de cupuaçu de sobremesa.
Manaus é chibata.
Manaus são muitas.
Manaus é minha.
Manaus sou eu.
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Segundo domingo de Maio
FELIZ DIA DAS MAMYS, Cláudia!
Minha mãe virtual, que lê as minhas maluquices, que me faz pular de alegria quando vejo uma chamada Não-atendida do Rio no meu celular, que escreve textos lindos e lúcidos [e não admite], que fez o meu msn ganhar outro significado, que reúne ao seu redor cerca de duas dezenas de pessoas lindas que passaram a fazer parte da minha vida…
Que adivinha o que estou pensando, que entende meus sentimentos confusos e nocivos melhor que eu, que me deu os melhores conselhos sobre os grandes problemas merrequinha que eu vivo todo dia.
Que se tornou fonte de luz para uma pequena comunidade, uma comunidade cheia de amor e BOAS VIBRAÇÕES [Para os leigos: vibrar é pedir atenção no msn...]
Que gosta das mesmas músicas que eu.
Em quem eu penso sempre que vivo momentos espetacularmente felizes.
Em quem eu PRECISO dar um abraço antes do fim do ano.
Feliz dia das Cláudias, mamy.
Add comment Sábado, 13 / Maio / 2006
UIA!
E não é que eu sou “uma das blogueiras mais atuantes do Brasil?” (sic, sic, sic)
Legalzinho.
E vocês conhecem aquela do papagaio que tomou Johnny Walker?
Add comment Sexta-Feira, 12 / Maio / 2006
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Minha receita de beleza, no Morango com Gengibre.
Add comment Quarta-feira, 10 / Maio / 2006
Tó aqui, pode torcer!
Um pequeno preâmbulo
Quando eu era pequena, assisti aquele episódio dos Muppet Babies no qual eles brincam de Guerra nas Estrelas. O que mais me marcou foi que o Caco, ao fazer a narração da abertura, fez um monte de furinhos num papel preto e fez o céu estrelado. Eu fiquei hoooooooooras pintando um papel com giz de cera preto, pra tentar fazer um céu particular…Mas não deu certo, e eu chorava, chorava.
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Quando fiquei maiorzinha, descobri que havia uma divisão no mundo: pessoas que gostavam de Guerra nas estrelas, e pessoas que gostavam de Jornada nas Estrelas. Sempre tendi pro lado do Sr. Spock – Jornadas são melhores que Guerras, certo?
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Quando lançaram o episódio I, eu peguei antipatia total de Star Wars. Diabos, um bando de malucos fazendo fila meses antes, usando figurinos esquisitos, um ator mirim sem nenhum talento, e um episódio I que é lançado ANOS depois do II? Então todo mundo já sabia o final, e ia saber o começo? Não. Muito sem nexo pra mim.
Peguei antipatia, pinima, implicância mesmo.
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Até conhecer um maníaco por Guerra nas Estrelas. E me apaixonar por ele. E ficar amiga dos amigos dele, que fazem encenações de lutas com sabre de luz.
Fim do preâmbulo.
Então. Ano passado, lançaram o Tal do Episódio III. Que “amarrava as pontas”. Que “explicava tudo”. Que “concluía a maior saga de todos os tempos”.
Procurei tudo na internet. Achei um resumo de todos os filmes, rico em detalhes [cujo link não consigo encontrar de jeito nenhum]. Procurei fotos. Entrei em fóruns sobre a série. Entrei no site oficial. Conversei com quem já tinha visto.
Soube da lenda urbana do “brasileiro sacana na equipe do George Lucas”. Qual a explicação racional para coisas do tipo Syfo-Dias, Conde Dooku, Planeta Coruscant, Princesa Amígdala, Planeta Tatuí? Só uma: a presença de um brasileiro piadista na equipe de Lucas.
E eu, apaixonada por um maníaco, fui ao cinema disposta a ver do que meu namorado gostava. Disposta a virar maníaca.
E, quando fui ao cinema, e vi aquelas letrinhas deitadas correndo, me senti comovida. Me senti parte das “pessoas que já viram Guerra nas Estrelas”.
Aí, veio a primeira cena, de uma batalha com tantas naves e tantos lasers que não dá pra entender quem luta contra quem.Aí, o Anakin Garota-Afegã Skywalker interpretava MUITO MUITO MUITO MAL MESMO, bastando franzir a testa para indicar que estava sendo possuído pelo mal. Aí, as cenas de romance entre ele e a Padmé [absolutamente linda Natalie Portman, vai ser bonita assim lá em Naboo] eram simplesmente constrangedoras. E toda vez que acontecia uma transição daquelas tipo power point (diagonal para baixo; para a direita; quadriculada; efeitos randômicos) eu gargalhava alucinadamente no cinema. Aquilo era MUITO TOSCO.
Saí absolutamente desiludida. Que coisa, o filme era mediano. A história era fraca. As interpretações, pffffffff.
Conversando pelo telefone com o Maníaco-Mor:
- Querido, assisti o Episódio III…
- E então? Você adorou? Achou fantástico?
- Ahn…Gostei quando o Obi-Wan tirou o casaco…
- ?
- É, até fiquei gritando no cinema: “TIra mais! Tira tudo!” E a Luabella dizia preu me controlar.
- Mas e o filme?
- Ahn….Não fica zangado?
- Não.
- É MUITO FRAQUINHO! Poxa, eu fiz de tudo pra gostar: procurei na internet, li sinopse, li resumos, li perfil de personagem, conversei com pessoas, vi fotos, entendi toda a história… Fiz tudo que podia fazer!
- MENOS VER A TRILOGIA ORIGINAL!
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Fiquei devendo essa pra ele.
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E resolvi começar a quitar a dívida. Sexta-feira, aluguei o Episódio IV, que na verdade é o primeiro. (Entenda melhor aqui.)
Conversa com mamãe no carro:
- Tu vai ver Guerra nas Estrelas?
- Vou.
- Hehe. Lembro do teu pai me convidando pra ver esse filme no Cinema Nazaré (em belém, um dos mais antigos). Ele dizendo: “é super moderno! É a ponta da tecnologia!” E eu: “Que porcaria, menino!”
- Os conflitos não mudaram muito, mãe…
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Hoje, acordei e sentei bonitinha pra fazer meu dever de casa e assistir ao primeiro filme da série que tem os fãs mais alucinados do mundo.
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Querido: pode pegar meu braço esquerdo, e o direito também, e torcer.
ÉGUA DO FILME CHIBATA!
Os cenários são lindos, a trilha sonora é perfeita, as interpretações naturais; a história, envolvente, os personagens carismáticos (até o darth vader é apaixonantemente maldito).
E eu não conseguia parar de pensar que o filme era da década de setenta! Tudo era tão…MODERNO, e bonito, e envolvente, e cheio de VIDA, vida mesmo, mesmo que seja vida de uma galáxia muito muito distante.
Dou o braço a torcer. O filme é bão demais.
Agora,nas minhas preferências, ao lado do Sr. Spock, mora o Luke Skywalker.
Add comment Domingo, 7 / Maio / 2006